Degradação da cobertura devido a excesso de cloração. A combinação da alta temperatura e alta concentração de cloro.
A cobertura apresenta a(s) seguinte(s) características:
- Material frágil e branqueado no lado da bolha;
- Clareamento do material da bainha em contato com a água;
- Resíduo branco entre as bolhas e na superfície da cobertura;
- Oxidação de ilhós metálicos e/ou outros acessórios da piscina;
- Cheiro forte de cloro.
É vital manter a estabilidade química da água da piscina, para contribuir para a saúde da piscina e evitando a degradação química da cobertura.

Níveis elevados de cloro colocam a cobertura sob tensão excessiva, oxidando a cobertura e criando radicais livres que iniciam reações em cadeia. O resultado é que o material da cobertura se torna frágil.
Os estabilizantes e antioxidantes no material de cobertura ligam-se aos radicais livres. No início, a cobertura não mostrará nenhum dano, mas os estabilizadores UV terão sido desativados pelo processo de dosagem de choque e a tampa começará a degradar prematuramente.
É importante remover a cobertura durante a dosagem de choque e só voltar a coloca-la de volta na piscina quando os níveis caíram de volta para os níveis indicados pela indústria.
Banheiras de hidromassagem são um exemplo de uma área de constantes elevados níveis químicos, e temperaturas elevadas que podem branquear o material.
Geralmente, as manchas brancas começam por concentrar-se nas zonas dos skimmers, pois são as áreas primeiramente afetadas. Também é frequente ser visível manchas longitudinais na cobertura paralelas ao enrolador, o que significa concentração de químicos, combinado com exposições da cobertura ao sol, enrolada num enrolador sem proteção. Este fator contribui particularmente para uma deterioração rápida da cobertura, acabando por se desfazer rapidamente nas zonas mais diretamente afetadas.
O QUE MATOU A MINHA COBERTURA TÉRMICA?
